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Pessoa tocando violão - atividades extracurriculares no ensino médio

Atividades extracurriculares no Ensino Médio: quais, quando e por quê?

Por Lecticia Maggi
26.07.2019

Estudantes aprovados em Harvard, Stanford e Yale compartilham quais eram suas atividades extracurriculares no Ensino Médio e dão dicas para quem quer seguir o mesmo caminho.


A candidatura para graduação em universidades dos Estados Unidos leva em conta diversos outros fatores além do desempenho acadêmico ou resultados de provas – entre eles, o envolvimento em atividades extracurriculares no Ensino Médio. Como essa prática não é comum no Brasil, estudantes brasileiros que pretendem estudar em universidades americanas têm muitas dúvidas com relação a quais são essas atividades, como elas entram no application e qual é a sua importância.

Segundo Pedro Mendonça, que fez sua graduação em Yale, o importante é fazer coisas com as quais o estudante se identifica. Ele, que praticava esportes, toca bateria e fazia serviço comunitário, afirma que não começou a fazer nada a mais quando decidiu se candidatar a universidades fora.

“Tenho outros amigos que fizeram coisas simplesmente porque queriam estudar fora. Talvez você tenha que ter esta motivação, talvez não, o importante é fazer. Acho que não vale a pena você fazer uma atividade com a qual você não tem nada a ver porque (…) a sua história tem que ser condizente com você”.

Projetos sociais como atividades extracurriculares

Gustavo Torres, por sua vez, fundou um projeto social com um amigo seu. Aprovado em Stanford em 2015, ele acredita que o fato do projeto ser fortemente associado à sua trajetória impactou positivamente na sua candidatura. Foi também uma primeira experiência na área de empreendedorismo, o que lhe ajudou em termos de autoconhecimento. “Eu fui aprendendo cada vez mais que eu gostava muito de desenvolver projetos”, comenta.

Por sua vez, Renan Ferreirinha, aluno de Harvard, teve uma série de envolvimentos com um projeto chamado Somar como atividades extracurriculares no ensino médio. Criou um curso comunitário de inglês para moradores do complexo do Lins, na zona norte do Rio de Janeiro. “Foi um legado bem bacana e uma experiência muito grande de vida para a gente”, conta.

Mas qual é o peso destas atividades? É melhor diversificar ou tornar-se muito bom em uma determinada área? Nos vídeos da playlist abaixo, três estudantes aceitos por Harvard, Yale e Stanford falam sobre suas escolhas de atividades extracurriculares no Ensino Médio.

 

 

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