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MIT building 10 e Great Dome

Massachusetts Institute of Technology (MIT): conheça a universidade que já formou mais de 80 prêmios Nobel

Por Redação do Estudar Fora
10.09.2019

Conheça o MIT, um dos principais centros de estudo e pesquisa em ciências, engenharia e tecnologia do mundo. E mais: saiba como é possível estudar lá!


O MIT, ou Massachusetts Institute of Technology, é um dos principais centros de estudo e pesquisa em ciências, engenharia e tecnologia do mundo. Fundado em 1861, em Cambridge, nos EUA, o instituto formava profissionais que atendessem à demanda das indústrias, que cresciam a passos largos no país. Foi só em meados da década de 1930 que o MIT passou a focar sua formação em pesquisas científicas de base e inovação tecnológica.

A universidade já formou mais de 120 mil alunos. Seus ex-alunos e professores já ganharam 85 prêmios Nobel (o mais conhecido deles é Richard Feynman, considerado o pai da física quântica) e centenas deles foram vencedores das principais premiações de tecnologia. Além disso, 34 egressos da instituição viraram astronautas.

Localizado na cidade de Cambridge, Massachusetts (EUA), o instituto se aproveita de uma região com forte presença universitária — também estão lá as universidades Harvard, Boston University e Tufts. O atual campus de 68 hectares foi inaugurado em 1916 e se estende por 1,6 quilômetro quadrado ao longo da margem norte da bacia do rio Charles.

MIT, a casa de grandes invenções

O MIT é conhecido como “a casa dos nerds” e é a universidade dos sonhos da maioria dos apaixonados por inovação e tecnologia. Foi lá que surgiram os primeiros jogos de videogame (sendo o primeiro, o Spacewar, criado em um dos laboratórios da universidade); as bases e regras da World Wide Web (a rede mundial de computadores) e os primeiros grupos de estudo em softwares livres (programas de computadores sem fins lucrativos e com códigos abertos para mudanças e inovações).

Hoje, um dos laboratórios mais conhecidos é o MediaLab, espaço de convergência de estudos de design, mídia e novas tecnologias. Um dos projetos do laboratório é o “Um Computador por Aluno”, iniciativa que visa desenvolver computadores de baixo custo para serem usados em escolas de nível básico ao redor do mundo.

A escola tem uma forte cultura empresarial e as receitas agregadas das empresas fundadas por ex-alunos do MIT seriam, juntas, classificadas como o décimo primeira maior economia do mundo.

Além disso, a universidade é um dos principais centros de pesquisa em segurança nacional. Essa relação começou ainda na Segunda Guerra Mundial, quando o instituto passou a receber verbas para desenvolver radares mais potentes, mísseis teleguiados e equipamentos de espionagem para o governo americano.

Sempre no topo de Rankings Internacionais

O instituto é presença garantida no topo dos maiores rankings de qualidade na Educação:

1° lugar no QS World University Rankings (2020)

no Academic Ranking of World Universities (2019)

no Times Higher Education World University Rankings (2019)

Além dos rankings globais, o MIT também tem bom posicionamento nos rankings elaborados por cursos e áreas específicas. De acordo com o QS World University Rankings by Subject (2019), a instituição é a melhor para a área de Ciência e Tecnologia e Ciências Naturais, e é líder mais de 10 dentre os cursos analisados pelo ranking.

MIT - Visão aérea do campus

Cursos Oferecidos pelo MIT

Seus 11 mil alunos se dividem entre seis escolas:

Os estudantes do MIT se referem aos seus majors usando números e acrônimos. Os departamentos e seus majors são numerados de acordo com a ordem aproximada da sua fundação. Por exemplo, Engenharia Civil e Ambiental é Course 1, enquanto Linguística e Filosofia é Curso 24. Estudantes que estão fazendo seu major em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação, eles se identificam coletivamente como “Course 6”.

Dos 11,3 mil alunos, 4,5 mil são estudantes de graduação e outros 6,8 mil, de pós-graduação. São oferecidos 44 cursos de graduação – sendo os maiores em Engenharia Elétrica (Course 6-2), Ciência da Computação e Engenharia (Course 6-3), Engenharia Mecânica (Course 1), Física (Course 8) e Matemática (Course 18).

Leia também: 3 dos 4 brasileiros aceitos pelo MIT em 2017 foram preparados pela Fundação Estudar

Já os programas de pós-graduação coexistem com os de graduação – sendo que muitos cursos podem ser feitos por estudantes qualificados de ambos os níveis. O MIT também oferece diversos programas de doutorado em humanidades, ciências sociais e STEM, além de mestrados profissionais.

O brasileiro Felipe Hoffmann, que começou seus estudos no MIT em 2016, valoriza acima de tudo a liberdade que a instituição oferece aos alunos: “O fato de podermos fazer quantas matérias quisermos permite que pessoas que gostem mais das aulas façam mais matérias, enquanto aqueles que se interessam por outras coisas escolham menos classes”, comenta. Segundo ele, lá há clubes estudantis para todos os tipos de interesse – o que facilita a criação de conexões entre pessoas que possuam interesses semelhantes.

“A quantidade de gente fazendo coisas legais é inacreditável, e por isso o MIT tem uma energia tão boa”, complementa Clarissa Forneris, que se formou lá e atualmente faz seu PhD em Princeton.

Como estudar no MIT

O processo de seleção para graduação é típico das universidades americanas. É uma das escolas mais seletivas do mundo – menos de 9% dos alunos que se inscrevem conseguem uma vaga. “Para se candidatar ao MIT você deve fazer alguns testes e completar a ficha de admissão. Você também deve tentar agendar uma entrevista. Entretanto, apenas um número limitado de entrevistas estão disponíveis em algumas regiões fora os EUA. Por isso, as entrevistas são marcadas apenas com os melhores alunos”, explica Sarah McDonnell, relação pública do escritório de admissão do MIT.

Quase todos os aceitos tiveram empenho destacado em campos como música, artes, pesquisa científica ou esportes em âmbito regional, nacional ou internacional.

A admissão para pós-graduação no MIT é descentralizada e os interessados devem enviar sua candidatura diretamente para o departamento ou programa escolhido. Mais de 90% dos estudantes de doutorado são apoiados por fellowships, bolsas de pesquisa ou bolsa de docência.

Tanto os professores quanto o corpo estudantil valorizam a meritocracia e proficiência técnica. O MIT nunca concedeu um Diploma Honorário, e também não oferece Honras Latinas na graduação. No entanto, em duas ocasiões eles concederam o título de professor honorário: para Winston Churchill, em 1949, e Salman Rushdie, em 1993.

Leia também: as redações que renderam a uma jovem brasileira a aprovação no MIT

MIT - arquitetura

Apoio financeiro no MIT

Estudar no MIT custa caro, em torno dos US$ 60 mil por ano. Na graduação, a universidade adota a política de need-based e seu valor médio de bolsas de estudos para alunos internacionais é de US$ 32 mil – mas em alguns casos pode chegar a 100%. Em média, 62% dos seus estudantes recebem algum tipo de auxílio financeira. Na pós-graduação, quase 90% dos alunos recebe algum tipo de bolsa.

A universidade também é need-blind durante a avaliação das candidaturas — ou seja, as decisões sobre admissão não levam em conta a situação financeira do estudante. Todo estudante que necessite de ajuda econômica a receberá durante o tempo de duração dos seus estudos. Se a universidade achar que você deve estudar lá e depois descobrir que só pode fazer isso se tiver bolsa integral, por exemplo, ela concederá a bolsa.

Para solicitar alguma dessas bolsas e auxílios, o estudante estrangeiro deverá preencher o Formulário para Solicitação de Ajuda Financeira a Estudantes de outros Países. Além disso, informações bastante completas estão disponíveis na página da internet Escritório de Ajuda Financeira da universidade.

Ex-Alunos Famosos

– Ben Bernanke (economista e presidente do Banco Central Americano)
– Buzz Aldrin (astronauta da missão Apollo 11)
– Kofi Annan (ex-secretário geral das Nações Unidas)
– Drew Houston (criador do serviço de transferência de arquivos em nuvem Dropbox)
– Salman Khan (criador das aulas virtuais Khan Academy),
– Gilberto Dimenstein (jornalista, colunista do jornal Folha de S.P. Paulo e criador do site Catraca Livre)
– Hugo Barra (Líder Estudar, VP do Facebook).

 

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Leia também: Ela foi para o MIT depois de não ter sido aceita para o ITA

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