Um Projeto: Fundação Estudar
pagamento com cartão de crédito

Estudantes dão dicas de como bancar seus estudos no exterior

Por Lecticia Maggi

Por Nathalia Bustamante

Um ano de graduação em Yale pode chegar facilmente a 45 mil dólares americanos. Um curso de pós-graduação em Berkeley, cerca de 18 mil dólares por semestre. “[Estudar no exterior] é caro e é preciso muito planejamento”, explica Igor Barros, que fez o seu MBA em Yale. O que ninguém comenta, porém, é que existem diversas bolsas oferecidas pela universidade e, além disso, diversas opções de financiamento disponíveis para estudantes internacionais.

Mas, além de existirem diversas possibilidades de financiamento, todos os estudantes que voltam deste período nas melhores universidades do mundo afirmam: não é um investimento que possa ser medido em dinheiro. “Eu assumi grandes riscos”, confessa Igor. “Mas mesmo assim eu não me limitaria a fazer só a conta financeira”, completa.

“Eu procuraria universidades que têm need-blind financial aid e outras bolsas de mérito”, aconselha Pedro Mendonça, que teve apoio da Fundação Estudar para bancar a sua graduação em Yale.

Tanto Igor Barros como Marcelo Cabral viram seu planejamento comprometido com as altas do dólar. Marcelo, que fez seu mestrando em Políticas Públicas na Universidade da California, em Berkeley, nos EUA, explica como fazer um bom planejamento: “A flexibilidade de custos é muito pequena. Você tem que fazer uma flexibilidade na receita”, explica.

Quer saber como financiar estudos no exterior? Confira na playlist abaixo como estes estudantes se planejaram financeiramente para bancar seus cursos e quais dicas eles dão para quem está indo:

 

Leia também:
“Fazer medicina nos Estados Unidos é inviável para brasileiros”
10 Universidades americanas que mais oferecem auxílio financeiro
Descubra como bancar sua pós graduação no exterior
7 coisas a considerar antes de pegar um empréstimo estudantil

O que achou do post? Deixe um comentário ou marque seu amigo