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Graduação

O que você precisa saber para cursar uma graduação fora do Brasil

30.07.13

Como fazer um plano de ação para Estudar Fora – Parte 3

Como fazer um plano de ação para Estudar Fora – Parte 3

Dicas sobre o que fazer durante o Ensino Médio para se preparar para estudar no exterior. Confira a Parte 3, com orientações para quem está no 3º ano

Se você está pensando em fazer a graduação no exterior, vai perceber que em um ponto específico os orientadores, counselours e coaches serão unânimes: comece a se preparar cedo! O processo de admissão para uma universidade no exterior é muito diferente do que é no Brasil, e o ideal é que os estudantes comecem a se familiarizar com as diferenças logo no início do Ensino Médio.O Estudar Fora ouviu a counselor e diretora do Brazil College Counseling, Emily Dobson, para saber quais ações devem ser tomadas pelos alunos que desejam se graduar no exterior. Confira abaixo as dicas da especialista em orientação sobre o que fazer em cada ano do seu Ensino Médio:

Se você está no 1º ano, clique AQUI.

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Parte 3: O que fazer no 3º ano do Ensino Médio?

1. Se organize: O primeiro passo no 3º ano é fazer um calendário com todas as deadlines importantes do ano, para você não se perder. Emily também orienta criar uma planilha com três colunas: 1) Nome da Universidade; 2) Datas importantes do processo de seleção dessa universidade e 3) Quais os requisitos da seleção dessa instituição. Isso irá ajudar você a acompanhar ao longo do ano o que deve ser feito e quando. Com um plano bem feito, no segundo semestre você estará bem organizado para enfrentar a maratona do application.

Leia mais: 10 ferramentas para te ajudar a estudar fora

2. Estude o Common App: O Common App só abre o acesso para os estudantes em 1º de agosto, mas você pode aproveitar o 1º semestre para ir se familiarizando com a plataforma. “Uma dica é ir no site e baixar os pdfs das questões gerais. Essas questão não costumam mudar muito, e o aluno pode já começar a preencher e se familiarizar”, orienta.

3. Finalize a College List: Nessa altura, você deve finalizar a sua college list, com uma média de 10 universidades. “O ideal é que sua lista tenha de duas a três universidades reach; de quatro a cinco sendo match e duas sendo safety“, afirma.

Leia mais: Entenda os conceitos de universidades Match, Reach e Safety

4. Considere fazer o ACT: O ACT é outro exame utilizado para a admissão em universidades nos EUA, aceito em todas as universidades, assim como o SAT. O formato é diferente e alguns alunos internacionais se adaptam melhor a ele. “Uma sugestão para quem não se adaptou ao SAT é tentar o ACT, e usar ele no lugar. Ele deve lembrar de apresentar o ACT com a seção de Writing”, aconselha Emily.

Leia mais: Conheça os testes de admissão para estudar no exterior

5. Peça as cartas de recomendação: As cartas devem ser escritas em português pelo seu professore, e depois serem traduzidas. Em seu conteúdo, devem confirmar as atividades em que o aluno está envolvido, assim como desempenho acadêmico do estudante e seus pontos de destaque. “É importante pedir as cartas com antecedência, porque pode levar de três a seis semanas para o aluno ter todas as cartas de recomendação em mãos”, afirma Emily.

Será preciso fazer uma tradução certificada. Um indicação é usar esse serviço pelo Education USA. Quem fará o upload no Common App são os próprios professores ou diretores da escola, que deverão se inscrever na plataforma. Conheça mais sobre as cartas de recomendação AQUI.

E se eu começar a me preparar só no 3º ano? 

Se você começou a se preparar somente no seu último ano do Ensino Médio, não se desespere! Isso acontece com muitos estudantes brasileiros, mesmo não sendo o ideal.

Se organize de uma forma a condensar o plano dos três anos para um. Cuide para não pular etapas importantes, como a de pesquisa das universidades e a escolha da sua college list. “Isso poderá causar uma falta de confiança no aluno por não ter certeza se quer mesmo ir para aquelas universidades, e essa falta de confiança  pode ser refletida no application e isso  atrapalhar o desempenho no processo de admissão”, orienta.

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