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Graduação

O que você precisa saber para cursar uma graduação fora do Brasil

18.07.13

Cartas de recomendação

Cartas de recomendação

Parte importante da application, as cartas mostram o perfil do candidato, além dos seus resultados acadêmicos

As cartas de recomendação têm grande peso no processo seletivo para fazer uma graduação no exterior. O objetivo delas é demonstrar a capacidade acadêmica e pessoal do aluno, sob a perspectiva profissional do professor ou coordenador. Por isso, é importante que o comitê de admissões receba informações que possam esclarecer quem é que o candidato. Em geral, cada candidato precisa enviar em sua application três cartas de recomendação, duas escritas por professores e uma terceira escrita por um orientador ou coordenador do colégio. Assim, os admissions officers utilizam as cartas para conhecer os candidatos de um modo mais pessoal, que vai além do histórico escolar e dos resultados tiradas nas provas padronizadas.

O tom da carta pode variar, dependendo do estilo do escritor. “O importanté é o professor citar situações concretas nas quais o aluno demonstrou aquele perfil que está sendo contado. Coisas muito genéricas, como ‘este aluno é muito dedicado’, sem que se explique o porquê, devem ser evitadas”, orienta a counselor Emily Dobson.

Formato

O ideal é que a carta seja de uma página completa, que é um tamanho suficiente para falar detalhadamente sobre o aluno. Apesar de cada carta ser individualizada, devem-se incluir informações como: contato, com nome, endereço, e-mail, telefone, posição na escola e título profissional.

No texto, o professor deve explicar como e há quanto tempo conhece o candidato; descrever o talento acadêmico do aluno, o que ele tem de especial e descrever o potencial deste aluno para contribuir na faculdade e de se desenvolver profissionalmente. Além disso, o docente deve descrever qualquer ligação que haja entre os interesses acadêmicos do aluno, as atividades em que ele participa fora do colégio e os objetivos que ele tem a longo prazo. 

Conteúdo

As universidades recebem applications de muitos alunos bons. Por isso, querem conhecer e aceitar candidatos com personalidades e talentos mais distintos, ou seja, alunos que já fizeram uma diferença nas escolas e comunidades deles. Mais do que falar do bom comportamento e a competência básica do aluno, uma excelente carta de recomendação descreverá o talento e o potencial pessoal que ele tem.

Quais são então as qualidades ou características pessoais que interessam aos comitês de admissão? Apesar da carta de recomendação não ser um formulário nem um “checklist”, existem algumas qualidades que merecem ser mais enfatizadas. Por exemplo:

Criatividade
Habilidade intelectual
Potencial acadêmico
Conhecimento de uma área acadêmica
Iniciativa e habilidade de resolver problemas
Hábitos de trabalho e estudo.
Motivação para o estudo
Potencial para contribuição no futuro
Maturidade Emocional
Adaptabilidade em novas situações
Capacidade de liderança

É importante lembrar que comentários gerais revelam muito pouco. A carta deve incluir exemplos e observações específicas que demonstrem o talento do aluno e expliquem as qualidades e a personalidade dele. É bom citar que alguém é dedicado e organizado, mas exemplos concretos sempre ajudam mais.

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