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estudantes fazendo teste de proficiência em inglês

Mitos e verdades sobre a certificação de proficiência em inglês

Por Nathalia Bustamante
25.05.2017

Por Alberto Costa, da Cambridge English


Com o inglês em posição de destaque como a língua do mundo dos negócios, os exames e certificações de proficiência em inglês são cada dia mais necessários para o sucesso no futuro – seja para um período de estudos no exterior ou para o mercado de trabalho. Isso porque os certificados emitidos por instituições isentas e internacionais legitimam as habilidades dos candidatos de se comunicar em graus específicos em outras línguas que não a sua nativa.

É essa garantia de domínio do idioma para o entendimento de uma aula, para a comunicação com os colegas, para a leitura de documentos e para a escrita de trabalhos, por exemplo, que faculdades, universidades e empresas querem encontrar nos candidatos que analisam.

No mercado estão disponíveis inúmeras opções de certificações de proficiência e, por isso, no processo de pesquisa podem surgir algumas dúvidas sobre a melhor escolha. Ou ainda, às vésperas das provas, algum tipo de insegurança. Por isso, abaixo listamos algumas das perguntas mais frequentes sobre esse tema para esclarecer os mitos e as verdades que permeiam a comprovação de proficiência em inglês.

#1 Preciso estar matriculado em um curso de inglês para realizar um exame de proficiência


Mito. Qualquer pessoa que queira validar seu conhecimento na língua inglesa pode realizar os testes e exames. Ela não precisa necessariamente estar matriculada em um curso de inglês. Basta que tenha adquirido conhecimento compatível com o nível testado, seja na escola regular, por meio de curso online ou presencial, de forma autodidata ou qualquer outra forma de ensino e, então, buscar um centro autorizado a aplicar as provas.

Para quem tem dúvida sobre o nível de proficiência no idioma, é possível testar os conhecimentos gratuitamente no site de Cambridge English (), um dos órgãos que emite certificações aceitas no mundo todo.

#2 A escolha do exame deve estar alinhada com o objetivo pessoal de cada um


Verdade. Não há um teste ou exame que seja a melhor opção para todas as pessoas. A escolha do melhor certificado para cada um precisa levar em consideração três pontos principais: qual o nível de conhecimento no idioma; qual o destino desejado e as universidades ou empresas foco; e qual o período em que a aplicação aos processos seletivos deve acontecer. Isso porque cada país e cada instituição fazem exigências particulares em relação a qual exame é aceito para fins específicos e também em relação ao período de tempo do resultado.

Por exemplo, as instituições que aceitam os testes de diagnóstico (que medem o desempenho de cada pessoa dentro de uma escala, como o IELTS e o TOEFL) tendem a estabelecer um prazo de validade de geralmente 2 anos para a aceitação. Ou seja, se uma pessoa no primeiro ano do ensino médio aplicar a uma dessas provas, possivelmente quando for participar do processo seletivo da universidade ele já não estará válido.

A dica para quem ainda não definiu especificamente para onde quer ir é considerar exames que não percam a validade e que tenham as maiores redes de reconhecimento. Isso vai conferir mais flexibilidade e oportunidades múltiplas quando a decisão for feita.

Há um outro detalhe importante: Estudantes que buscam pós-graduação ou níveis superiores no Reino Unido precisam atentar-se para o fato de o departamento de imigração exigir dos candidatos o preenchimento de um requisito chamado Secure English Language Test (SELT) – uma comprovação de que a pessoa domina o inglês para as tarefas acadêmicas. Para isso, há uma lista pré-definida de exames. Entretanto, se o candidato estiver aplicando para o processo seletivo de uma universidade da região que reconheça outros exames internacionais (mesmo que não listados), ele está dispensado da etapa do SELT, já que o governo confere autonomia às universidades para definir o nível de proficiência requerido para os cursos. Esse é o caso, por exemplo, do Cambridge English: Advanced e do Cambridge English: Proficiency.

#3 O preço para certificação de proficiência em inglês é muito alto

Não é possível apontar como mito ou como verdade um ponto que é extremamente subjetivo. Os preços variam conforme o exame desejado e a cidade de realização. Mas, mais que o custo, é preciso levar em consideração aqui a questão do valor que ele agrega a quem o conquista. A certificação internacional é um investimento que confere prestígio, credibilidade e diferencial único às pessoas que os incorporam a seus currículos e aumentam as chances de aprovação em processos seletivos de universidades e empregos e candidatura a vistos e programas de imigração.

#4 As provas são muito difíceis

Mito. As provas dos testes de proficiência em inglês são desenvolvidas com base no Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (CEFR), padrão internacional de habilidades que confere, de maneira objetiva, condições de igualdade para pessoas de todo o mundo.

Se o candidato domina certo nível de inglês e está preparado para o exame escolhido, o sucesso é praticamente garantido. A recomendação para o bom desempenho é que o candidato faça uma escolha compatível com o seu nível de conhecimento e se prepare e se familiarize com a prova eleita, seja em relação ao tempo disponível para cada habilidade, seja com a maneira que os enunciados são redigidos. Isso pode ser feito por meio do estudo de exames anteriores, simulados ou até mesmo ao adotar o uso de ferramentas digitais construídas de forma alinhada ao CEFR. Quanto antes a preparação iniciar, mais garantido é o retorno.

#5 É preciso dominar o inglês britânico e também o americano

Mito. Cada região que possui o inglês como nativo apresenta particularidades em relação a algumas gírias, sotaque e pronúncia. Isso é comum a qualquer idioma. Mas, no caso dos exames de proficiência em inglês é preciso dominar o que chamamos de inglês internacional – afinal, a gramática, por exemplo, é comum a todos. No caso de Cambridge English, a parte de compreensão auditiva conta com gravações de falantes de inglês com diferentes sotaques, como americanos, irlandeses e australianos e grafias diferentes para a mesma palavra (como é o caso de color em inglês americano e colour em inglês britânico) são consideradas corretas). Ou seja, a melhor dica nesse sentido é que o candidato tenha segurança no conhecimento técnico da interpretação de texto, na aplicação do inglês e na expressão oral.

Sobre o Autor


Alberto Costa possui 30 anos de experiência no mercado de educação, tendo atuado como professor de inglês, examinador dos exames de Cambridge English, treinador de professores para as certificações CELTA, ICELT e DELTA. Além disso também esteve à frente de iniciativas de treinamento e formação continuada de professores de inglês e de consultoria acadêmica. Costa possui especialização em treinamento de professores (PRINSELT) do College of St. Mark & St. John em Plymouth, Reino Unido, e é certificado por Cambridge com o diploma Cambridge RSA for Overseas Teachers of English (DOTE). Atualmente ele ocupa a posição de Senior Assessment Manager de Cambridge English no Brasil.

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