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Especial Políticas Públicas

25.11.13

Por que fazer uma pós em Políticas Públicas

Por que fazer uma pós em Políticas Públicas

Entenda qual é o perfil de estudantes e profissionais que buscam um mestrado na área, no Brasil ou no exterior

Qualquer pessoa com formação superior em qualquer área está apta a fazer um mestrado em políticas públicas ou administração pública, no Brasil ou no exterior. O ideal é que ela já tenha algum envolvimento com a causa pública, mas o curso também serve para aqueles que querem mudar de carreira e entrar para o setor. “O campo de públicas é multidisciplinar, assim como os serviços prestados, e os profissionais podem se envolver em atividades ‘meio’ – como administradores, economistas e contadores, que participam da gestão dos serviços públicos – ou atividades ‘fim’ – como médicos, engenheiros e advogados, que de fato entregam os serviços à sociedade”, explica Ivan Beck, pesquisador da área de gestão pública e professor do Departamento de Ciências Administrativas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Quem decide fazer o mestrado costuma ter um objetivo claro: entender a fundo uma das temáticas da causa pública ou aprimorar habilidades de gestão e liderança. Geralmente, essa pessoa já trabalha ou quer trabalhar no governo – em prefeituras, secretarias estaduais ou ministérios -; em órgãos multilaterais – como Fundo Monetário Internacional (FMI) ou Organização das Nações Unidas (ONU) -; em organizações não governamentais – com planejamento e articulação; em consultorias ou outras empresas privadas – que muitas vezes atendem o setor público -; ou na área de responsabilidade social de corporações – embora várias já contratem especialistas em políticas públicas para cargos convencionais, como de gestão e recursos humanos.

Essa diversidade se reflete no perfil dos alunos do mestrado, especialmente no exterior. Alexandre Fonseca, que estudou Public Affairs na Maxwell School of Citizenship and Public Affairs, Syracuse University, nos EUA, conta que seus colegas, vindos de vários continentes, tinham atividades profissionais anteriores bem diferentes entre si. “Havia desde funcionários de organizações internacionais na África até operadores de Wall Street, passando por integrantes de diversos governos regionais e federais. Depois do curso, cada um seguiu um rumo: alguns decidiram fazer um doutorado, outros foram para o setor público em seus países, alguns para ONGs, e outros para o setor privado, como empresas de consultoria, rating e seguradoras”, diz ele, que hoje trabalha na Receita Federal do Brasil.

Se quiser saber mais sobre cursos e carreiras em Políticas Públicas / Administração Pública, acompanhe as matérias do nosso especial nas próximas semanas:

Faz sentido estudar Políticas Públicas no exterior?
Um mestrado em administração pública na Sciences Po
Qual a diferença entre MPP e MPA?
Um longo caminho até a Harvard Kennedy School of Government
Como escolher a melhor escola de Políticas Públicas no exterior
Como entrar numa pós em Políticas Públicas no exterior
Procura-se: profissionais qualificados para o setor público
Carreiras privadas para especialistas em políticas públicas

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