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Quatro histórias inspiradoras de brasileiros que estudaram fora

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Quatro histórias inspiradoras de brasileiros que estudaram fora

As histórias inspiradoras da brasileira Deborah Alves começaram bem cedo. Formada em Ciência da Computação e Matemática em Harvard, participou desde a quinta série de Olimpíadas de Matemática. Foi ouvindo os colegas nessas competições que soube da possibilidade de estudar no exterior. Com esse pontapé inicial, candidatou-se a uma vaga na graduação e deu certo. Conseguiu uma bolsa na instituição americana, integrou a BRASA (Associação de Estudantes Brasileiros no Exterior) e, depois de formada, trabalhou como Engenheira de Software na empresa Quora, no Vale do Silício.

Agora, volta ao Brasil para abrir sua própria start-up de tecnologia, e sonha em tornar o país uma referência na área. Contando histórias inspiradoras, ela explica o que aprendeu com a experiência na Quora, como foi estudar em Harvard e seus planos enquanto empreendedora.

A trajetória de Débora Carvalho começou em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e a levou longe — inclusive para oportunidades de estudo na Alemanha. A brasileira estudou desde pequena em escolas públicas e veio a São Paulo para estudar na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Em 2011, soube das oportunidades no exterior concedidas pelo programa Ciência Sem Fronteiras (CsF). Na época, ela sequer tinha internet na casa em Porto Alegre, onde estava passando as férias. “Eu estava na lan house e recebi um e-mail da Poli falando sobre o Ciência Sem Fronteiras”, conta Débora. Quatro meses depois, ela recebia o “sim” da bolsa para estudar em Freiberg.

Nesta edição do podcast Apenã, Débora fala sobre a vivência na Alemanha, sobre como é estudar fora e, também sobre racismo e machismo.

 

 

Já sonhou em estudar nos Estados Unidos e não sabe como isso é possível? Conheça de perto a história do paraense Jean Santos, professor de inglês formado pela Universidade Federal do Pará. Ele embarcou em 2015 para o Mississippi, nos Estados Unidos, como parte do programa FLTA (Foreign Language Teaching Assistant) da Comissão Fulbright no Brasil. Nessa edição do podcast Apenã, ele explica como foi a experiência nos Estados Unidos e sua preparação para conseguir a bolsa. Agora, ele orienta brasileiros interessados em estudar em instituições americanas por meio do trabalho no EducationUSA.

 

 

Vindo do Espírito Santo, Guilherme Salvador tem muitas histórias inspiradoras para contar. O brasileiro embarcou para a Stony Brook University, nos Estados Unidos, em 2013. Ele estudava Engenharia Química e conseguiu uma bolsa pelo programa Ciência Sem Fronteiras (CsF), do governo federal brasileiro. Durante o intercâmbio de um ano e meio, teve de encarar uma doença autoimune e, mesmo internado em um hospital, começou a engajar-se junto à comunidade do CsF. Reconheceu, desde então, a vontade de fazer a diferença na cidade onde estudava no Brasil, Viçosa, e no país como um todo. “Eu não vou ficar sentado no sofá, reclamando, colocando a culpa em fulano e ciclano. Vou arregaçar as mangas e tentar fazer a mudança no Brasil”, conta ele.

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