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26.03.14

Universidades dos EUA recorrem a empresas para preparar estrangeiros

Universidades dos EUA recorrem a empresas para preparar estrangeiros

Por diversas razões, instituições querem alunos internacionais. Estes desejam estudar fora, mas nem sempre estão preparados. Empresas fazem a "ponte cultural"

A importância de uma universidade de ponta ter em seu corpo discente alunos oriundos de vários países é inquestionável. No caso específico das instituições norte-americanas, além das óbvias (e nobres) razões ligadas à internacionalização e multiculturalidade, esses estudantes são almejados porque, em geral, pagam mensalidades integrais. No atual momento — em que o suporte do Estado americano para custeio do ensino superior caiu drasticamente, as verbas destinadas à pesquisa acadêmica estão em declínio e os estudantes se opõem a aumentos na mensalidade — alunos internacionais são vitais.

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No entanto, ainda que haja milhares de estudantes ao redor do mundo interessados em cursar o ensino superior nos Estados Unidos, poucos estão de fato preparados para tal desafio — sejam por barreiras linguísticas ou culturais.

Cientes disso, muitas universidades estão recorrendo a serviços pagos para realizar uma “ponte cultural” com os estudantes. É o que mostra reportagem publicada no jornal The New York Times (confira a íntegra em inglês aqui).

Segundo a publicação, cresce o número de empresas especializadas em realizar recrutamento de estrangeiros ao redor do mundo e prepará-los para realizar o ensino superior nos Estados Unidos. Essa prática é mais comum no Reino Unido e na Austrália e, há cerca de seis anos, não havia registro de algo similar no país.

Hoje, no entanto, pelo menos 15 universidades norte-americanas trabalham em parcerias com empresas desse tipo, sendo que as mais conhecidas são Into, Study Group, Navitas, e Kaplan. A Universidade George Mason, na Virginia, é um exemplo: “Há cerca de cinco anos, a Into se aproximou de nós, mas preferimos desenvolver nosso próprio programa de preparação. Temos orgulho do que criamos, mas é algo pequeno, para apenas 125 alunos . Queremos fazer isso em larga escala e chegamos à conclusão de que não conseguiríamos sozinhos”, afirma Peter Stearns , reitor da universidade, que anunciou recentemente um acordo com a Into.

Os serviços de seleção e preparação oferecidos por essas empresas varia na duração e estrutura. No caso da Into, a própria universidade deve ser responsável por fornecer o currículo acadêmico e os professores,, e a companhia se encarrega do resto.

Os participantes do programa devem realizar pelo menos um ano de “preparação”. Ao término, a universidade decide se eles tiveram um bom desempenho e estão aptos a fazer a transição. A maioria consegue.

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