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Está matriculado no Brasil, mas quer estudar nos EUA? Veja como fazer!

Por Colunista do Estudar Fora
24.05.2019

Se você está matriculado em um curso superior no Brasil, mas quer estudar no EUA, tem a oportunidade de ser um transfer student. Veja como dar início a esse processo e de quais documentos você vai precisar.


Você pode se tornar um transfer student iniciando seu processo de application para uma universidade estrangeira. O processo de transferência de uma universidade brasileira para uma universidade nos EUA, por exemplo, é geralmente parecido com a transferência entre universidades estadunidenses, ou de uma Community College ou Junior College (Faculdade de 2 anos) para uma universidade de 4 anos.

O que é preciso para ser um transfer student?

Em primeiro lugar, o aluno internacional deve demonstrar proficiência na língua inglesa por meio de um teste de proficiência como o TOEFL ou o IELTS. Cada universidade possui uma nota mínima requerida para estes testes. Além disso, o aluno internacional deve demonstrar que seus interesses estão alinhados com a faculdade em que quer estudar nos Estados Unidos.

Mas o principal elemento neste application é uma redação. Chamada muitas vezes de essay, personal statement ou carta de motivação, ela deve incluir o perfil do transfer student, suas qualidades, explicar porque ele gostaria de estudar em determinada faculdade e quais as razões para a escolha de determinado curso.

Além disso, o seu application deve informar todas as atividades extracurriculares realizadas nos últimos anos e que devem somar ao seu perfil e curso escolhido. Suas ambições, paixões e afinidades, acadêmicas ou não, devem ser salientadas nesta redação e na sua candidatura como um todo.

Documentos para pedir transferência

Todo o processo de transferência de uma universidade brasileira para uma universidade nos EUA, que será totalmente holístico, deve estar alinhado e condizer com as suas intenções acadêmicas. Quanto mais intensas forem as atividades extracurriculares, melhor será seu processo. A quantidade de atividades não é o que conta, mas sim o envolvimento e o aprendizado que elas possam ter lhe trazido. Fora isso, sua redação também deve demonstrar como a universidade em que você quer estudar será uma ponte de conhecimento para que você possa alcançar seus objetivos pessoais, e o quanto você, como indivíduo, poderá contribuir para a comunidade desta universidade.

Seu histórico acadêmico contendo as notas de sua faculdade atual e um possível SAT ou ACT (testes padronizados) realizados anteriormente podem compor seu application. Cada universidade, e alguns programas específicos como os de engenharia, possuem suas próprias listas de requerimentos, que devem ser checadas no início do processo de candidatura.

As cartas de recomendação de seus professores contarão como um importante fator no seu application. Seus professores deverão contar um pouco sobre seu nível de aprendizado e características pessoais. Resiliência e persistência são características muito valorizadas pelas universidades.

Todos os documentos requeridos devem ser traduzidos por tradutores oficiais dos EUA ou juramentados.

Resumindo

Para concluir, podemos dizer que basicamente o application de um aluno de transferência de uma universidade brasileira para uma universidade nos EUA outra requer:

  1. Exame de proficiência — o exame requerido por universidades dos EUA mais comum, é o TOEFL, para universidades da Europa, Australia e Nova Zelândia, é o IELTS;
  2. Redação pessoal – Essay ou Personal Statement;
  3. Atividades extracurriculares;
  4. Cartas de recomendação;
  5. Histórico escolar e diploma do Ensino Médio (traduzidos);

Lembrando que cada universidade pode ter outros pré-requisitos, dependendo principalmente do curso (major) que ele deseja fazer lá fora. E o aluno a ser transferido deve confirmar diretamente com a universidade pretendida quais são eles.

Sobre a autora:

Ana Virginia Kesselring é administradora de empresas com especialização em Psicopedagogia Clínica e Educacional e tem mais de 15 anos de experiência no ensino de idiomas. É diretora e proprietária da Virginia Center School, uma instituição de ensino de idiomas especializada em preparar estudantes para o TOEFL, o SAT, o GRE e o TOIEC.

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