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19.07.16

Na graduação em Stanford, baiana pesquisa vacinas para o Zika Vírus e HIV

graduação em stanford

No último capítulo da websérie, Georgia explica como estudar em Stanford está preparando o seu futuro como pesquisadora e dá dicas para quem quer seguir o mesmo caminho

Por Nathalia Bustamante

Quando enviou sua candidatura para Stanford, Georgia Sampaio já tinha experiência com pesquisa na área médica: desde o segundo ano do Ensino Médio, a baiana pesquisava métodos diagnósticos para a endometriose. Ela inclusive já tinha falado sobre isso em uma palestra emocionante sobre a luta de sua tia contra a doença.

Com este histórico, ao ser aceita em Stanford, sua primeira opção era trabalhar com uma pesquisadora baseada em Los Angeles que é referência na área. Como aluna de graduação, porém, ela ainda não poderia ter acesso às pesquisas na área médica – a medicina é considerada um curso de pós-graduação nos Estados Unidos.

Ao invés de portas que se fecharam, porém, Georgia viu nesta barreira a possibilidade de se desenvolver para chegar aos períodos finais com mais bagagem. “Eu aproveitei o meu summer e as oportunidades aqui em Stanford para ganhar o máximo de experiência com pesquisa”, justifica.

Engajada em outro projeto, no final do seu primeiro ano de graduação ela já é responsável por pesquisas que desenvolvem vacinas para vírus como o Zika, o HIV e o vírus da gripe. Isso tudo mesmo sem saber ainda qual será o seu major – ou principal formação que terá. “O sistema daqui permite que eu tenha o segundo ano inteiro para decidir o que quero fazer e posso mudar de ideia até mesmo depois de decidir”, explica.

Independentemente da área que escolher, Georgia tem a pesquisa no seu sangue e sabe que é isso que deseja seguir no futuro. “Uma pós-graduação me daria muitas oportunidades de continuar fazendo pesquisa – e uma pesquisa própria, diretamente minha”, comenta.

Confira nos vídeos abaixo o que ela fala sobre ser uma pesquisadora de graduação nos Estados Unidos, a sua escolha de major e minor e planos para o futuro. Encerrando a websérie, Georgia também dá dicas para quem, inspirada pela sua trajetória, deseja alcançar o sonho de estudar no exterior.

Não deixe de assistir aos outros capítulos da série, em que ela conta por que estudar nos Estados Unidos, fala um pouco sobre sua preparação para a candidatura (ela foi aceita por 9 universidades!) e como são suas aulas e atividades em Stanford.

“Estou trabalhando em uma vacina nova para o Zika Vírus e para o HIV”

Major, minor… Você vai se formar em quê?

“Quero fazer pesquisa depois de me formar”

Que dica você daria para quem quer estudar no exterior?

 

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