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O que você precisa saber para ter uma experiência de estudos em outro país

12.05.14

Concorra a bolsa de estudo em Londres

Concorra a bolsa de estudo em Londres

Candidatos devem produzir vídeo sobre o país em que vivem. Competição é promovida pela rede Room in the Moon, que conecta pessoas que querem morar fora

Quem não gostaria de ganhar uma viagem de um mês para Londres, com acomodação, curso de inglês, possibilidade de estágio e ainda 500 libras esterlinas para gastar como quiser? Este é o prêmio oferecido pela recém-lançada rede social Room in the Moon, que conecta pessoas que querem morar em outro país.

Para concorrer, basta gravar um vídeo de até quatro minutos (em inglês ou com legendas no idioma) dizendo por que a sua cidade – ou a cidade em que está hoje – é um bom lugar para se viver. Depois, faça o upload do material no site da rede e divulgue entre os seus amigos. O vídeo que tiver mais votos até o dia 1º de agosto leva a bolsa.

Competição dá bolsas no exterior

A Room in the Moon serve para diminuir a solidão das primeiras semanas no exterior

Criada pelo brasileiro Rafael dos Santos, de 33 anos, a Room in the Moon tem como objetivo ajudar intercambistas a fazerem amizades em seu país de destino. Se você vai morar no Estados Unidos, por exemplo, poderá se conectar com estudantes de outras nações (mexicanos, peruanos, ingleses…) que também estão indo para o país. Assim, antes mesmo de desembarcar, já terá estabelecido uma rede de contatos.

“Quando você muda de país e não conhece ninguém, demora um tempo para fazer amigos. A Room in the Moon serve para diminuir essa solidão das primeiras semanas e o choque cultural, que é inevitável, além de ajudar as pessoas a se apoiarem mutuamente”, conta Rafael, que também passou pela experiência de se ver sozinho em um lugar “estranho”. Em 2001, ele foi para Londres para estudar inglês por um mês, mas gostou tanto do país e das pessoas que mora lá até hoje. “Quando cheguei, no entanto, não foi fácil: só tinha um amigo morando aqui, mas ele trabalhava mais de 12 horas por dia e não podia me dar atenção. Tive que me virar”, conta. “Se tivesse uma rede como a Room naquela época teria sido mais fácil.”

A rede também tem um espaço dedicado à troca de dicas e sugestões. Em breve, possibilitará que os participantes encontrem também acomodação em outros países e façam reservas.

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