Inicio Erasmus Mundus: programa de bolsas integrais de mestrado de dois anos na Europa!

Erasmus Mundus: programa de bolsas integrais de mestrado de dois anos na Europa!

Erasmus Mundus: programa de bolsas integrais de mestrado de dois anos na Europa!

O Erasmus Mundus é um programa de cooperação internacional estudantil. Criado em 2004 e financiado pela Comissão Europeia, ele permite a mobilidade de alunos que estejam no ensino superior. E atualmente, ainda há alguns mestrados do programa Erasmus Mundus com inscrições abertas para as próximas turmas, com bolsas integrais!

O link acima levará você para o catálogo de todos os programas de mestrado do Erasmus Mundus com inscrições abertas. Lá, é possível filtrar por áreas de estudo, países, universidades e outros critérios. A grande maioria dos programas atualmente tem bolsas da modalidade Erasmus+ com as quais brasileiros podem estudar com bolsa integral.

Graças às bolsas de estudo, estudantes e pesquisadores de todo o mundo podem realizar um intercâmbio (ou mesmo ter sua formação completa em algumas das melhores universidades europeias.) O prazo para inscrições dos programas costuma começar no terceiro trimestre de cada ano, e se encerra no começo do ano seguinte!

 

 

Se preferir, ouça este texto:

Leia aqui um guia completo (em inglês) que explica todo o programa 

De 2004 até hoje, além do intercâmbio entre alunos, várias instituições de ensino superior – inclusive as ‘tops’ do Brasil como USP, Unesp, UFRJ, dentre outras – realizaram convênios com centros de ensino da Alemanha, Bélgica, Itália, França, Espanha, e demais países membros.

Mas não é só: assim como os brasileiros têm a chance de estudar na Europa, alunos europeus também já vieram ao Brasil passar uma temporada em nossas universidades graças às bolsas Erasmus.

Sobre o programa

Em 2014, o programa completou dez anos de existência e passou a ser chamado de Erasmus+. Essa mudança está atrelada a uma significativa expansão, que unificou diversos tipos de financiamento em um só projeto. Com um orçamento de quase 15 bilhões de Euros, a ideia vai muito além da ampliação do número de bolsistas.

O projeto é arrojado, e seu principal objetivo é promover uma mudança sócio-econômica na sociedade europeia – e, por consequência, em todos os países participantes –, graças a um forte investimento em educação.

As bolsas podem ser concedidas para graduação sanduíche, pós-graduação (mestrado completo, mestrado sanduíche, doutorado completo, doutorado sanduíche) e pós-doutorado. O programa também oferece bolsas para servidores que atuem no ramo da educação (funcionários administrativos), interessados em trocar conhecimento e experiências.

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O Erasmus+ vai levar ainda jovens de 13 a 30 anos para estágios na Europa, além de incentivar a mobilidade de membros de ONG’s que tem como objetivo a promoção educacional. A educação é o tema central do programa. Por isso, o atual desenho do Erasmus+ também permite o intercâmbio entre diretores de escolas do ensino fundamental e médio, bem como de atletas e técnicos esportivos. Os intercâmbios tem duração de 2 a 24 meses e mais informações podem ser obtidas no guia Erasmus+, em inglês.

Uma mudança notável no programa aconteceu em 2021: no começo do ano, o Reino Unido saiu oficialmente da Uniçao Europeia. Com isso, deixou também de participar do programa Erasmus. Ainda não está claro se ele será substituído por outro, ou o que acontecerá com os programas que envolviam universidades britânicas. Mas para estudantes brasileiros, é pouco provável, por enquanto, que essa mudança cause problemas.

Como encontrar bolsas do Erasmus Mundus

Atualmente, o programa Erasmus Mundus está recebendo inscrições para uma série de programas de mestrado na Europa. A lista completa de programas pode ser visualizada no catálogo que ele oferece. Por lá, é possível filtrar por área de estudo, países de destino, universidades de destino, duração dos programas (de acordo com o número de créditos) e ano de ingresso.

Muitos dos programas incluem disciplinas em universidades de países diferentes da Europa. Com isso, o estudante consegue estudar em três ou mais países diferentes ao longo do mesmo mestrado.

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Cada programa tem suas próprias bolsas, mas em todos eles os brasileiros entram como alunos de países parceiros. Via de regra, as bolsas cobrem a anuidade do curso e oferecem auxílio-instalação, auxílio-viagem (para quando o programa acontece em diferentes países) e uma ajuda de custo mensal.

Para poder concorrer às bolsas, é necessário que os estudantes brasileiros não tenham morado, estudado ou trabalhado no velho continente por mais de 12 meses nos últimos cinco anos. O prazo para as inscrições também varia de acordo com o programa. Mas em geral, ele vai até dezembro ou janeiro de cada ano.

Com colaboração de Carolina Campos

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