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21.06.16

4 passos essenciais para a sua preparação para o GMAT

preparação para o GMAT

Cursos competitivos exigem notas superiores a 700 pontos. Já que o exame pesa tanto na hora de conquistar uma vaga, o melhor é construir um verdadeiro plano de ação!

Por Priscila Bellini

Quem já teve de se preparar para uma prova importante sabe o quanto cada passo vale muito. No caso do GMAT, então, ter um desempenho acima da média serve como pontapé inicial no processo de seleção para os melhores cursos de MBA nos Estados Unidos e na Europa – o exame é aceito por mais de 5800 programas, em 80 países. Já que o exame pesa tanto na hora de conquistar uma vaga, a melhor preparação é construir um verdadeiro plano de ação.

Confira os passos iniciais para se dar bem no GMAT:

#1 Veja quais são as instituições que interessam mais

Definir um objetivo claro vai te ajudar a planejar tudo. Com uma busca simples, você consegue verificar a pontuação necessária para assegurar um lugar na instituição de interesse. Se o seu MBA dos sonhos é oferecido pela Universidade Cornell, nos Estados Unidos, por exemplo, o marco de 692 pontos é suficiente. Nas mais concorridas – entre elas, a Universidade Harvard, a Universidade Stanford e a Dartmouth College, também americanas, é necessário ultrapassar os 720 pontos, em média.

Em termos práticos, essa escolha vai te ajudar na hora de identificar as cinco universidades às quais você pretende enviar seus resultados – um serviço já incluso no preço do GMAT. Com a definição em mãos, também fica mais fácil avaliar o quão intenso deve ser o cronograma de estudos para a prova.

#2 Faça um plano (honesto) de estudos

Assim como um vestibular disputado, o GMAT exige treino, prática nas questões. Justamente por isso, o ideal é não deixar para a última hora, nem fazer a prova – que exige um investimento de 250 dólares – sem preparo algum.

Com base nas instituições que você já elegeu como foco, é só esquematizar quantas horas por dia ou por semana é possível se dedicar ao GMAT. Correr atrás de universidades que estão entre as melhor avaliadas exige mais esforço e uma rotina de estudos mais intensa, distribuída pelo tempo disponível até o teste. “Um estudante pode passar de três a quatro meses treinando, se conseguir dedicar duas horas ao GMAT todos os dias”, opina Darrin Kerr, consultor da FK Partners, empresa especializada na preparação de candidatos para cursos no exterior. Se o período que você dedica aos estudos tende a oscilar, o melhor é trabalhar com um prazo de 4 a 6 meses.

#3 Separe os materiais de apoio

Já dá para listar, logo de cara: os simulados gratuitos oferecidos pela instituição que elabora o teste, o Graduate Management Admission Council (GMAC). Com o recurso das provas à disposição, e dependendo do seu orçamento disponível, vale investir em livros preparatórios. Alguns livros publicados fora, como o Kaplan Prep Test serviriam para complementar o aporte teórico para o GMAT, e são, inclusive, usados por consultorias como a FK Partners. Com estes materiais em mãos, divida-os por áreas e planeje o tempo que vai dedicar a cada um. Sabe aquela seção de matemática que você não teve na graduação? Separe um tempinho extra para ela.

#4 Dê foco nas áreas mais problemáticas

De modo geral, as equipes que preparam brasileiros para o GMAT apontam as partes do exame que exigem mais de textos e gramática como mais complicadas. Não porque o nível dessa parcela da prova destoe das demais, mas porque a barreira idiomática ainda existe. “Dentro da parte verbal do teste, o que gera mais dúvidas nos brasileiros é a de correção de frases. Algumas das regras mais complexas da língua inglesa podem ser bem difíceis de dominar”, explica Darrin, que já orientou centenas de brasileiros interessados em MBA.

 

Ter essa consciência das áreas que acendem o alerta vermelho na hora da prova pode orientar melhor a organização do seu plano de estudos. Mais do que dizer quanto tempo destinar a cada área do conhecimento, a noção de quais assuntos costumam demandar mais esforço atua sobre o emocional na hora da prova. Consciente de que a gramática formal não é bem o seu forte, você pode estudar mais e, na hora, ficar mais tranquilo, já que se focou nessa área.

No fim das contas, quem faz uma boa preparação para o exame se sobressai no resultado. Mesmo as partes do teste que não entram na nota final, como as elaborações de texto, servem de espaço para que o avaliador conheça bem o seu perfil. Considerar as diferentes fases da prova e colocá-las em um programa de estudos detalhado ao longo de meses é chave para que a prova corra bem.

 

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