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Saiba como estudar na Nova Zelândia por meio do Ciência sem Fronteiras

Por Lecticia Maggi

A Education New Zealand —agência do governo neozelandês responsável por promover a educação internacional — visitará sete estados brasileiros para apresentar oportunidades de estudos na Nova Zelândia por meio do programa federal Ciência Sem Fronteiras (CsF).

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Durante um dia, os alunos das universidades contempladas terão a oportunidade de esclarecer dúvidas  e conhecer mais sobre os programas de graduação sanduíche, mestrado profissional, doutorado pleno e doutorado sanduíche oferecidos nas oito instituições de ensino superior neozelandesas. Veja a seguir o calendário de visitas da Education New Zealand e informe-se junto à sua universidade sobre o horário das palestras:

UFSCar (São Carlos/SP): 13 de maio

UFRGS (Porto Alegre/RS): 15 de maio

UFSC (Florianópolis/SC): 16 de maio

UFF (Rio de Janeiro/RJ): 19 de maio

UFMG (Belo Horizonte/MG): 20 de maio

UFPE (Recife/PE): 22 de maio

UFC (Fortaleza/CE): 23 de maio

POR QUE ESTUDAR NA NOVA ZELÂNDIA?

Com pouco mais de 4,3 milhões de habitantes, a Nova Zelândia é o terceiro país mais pacífico do mundo (Global Peace Index) e um dos menos corruptos (Transparency International). Este ano, foi o primeiro colocado no Índice de Progresso Social (IPS) – indicador global que avalia mais de 50 parâmetros que compõem a qualidade de vida dos cidadãos, como saúde, moradia, segurança pessoal e acesso à informação e à educação.

A educação neozelandesa também é reconhecida mundialmente: há apenas oito instituições de ensino superior em todo o país, sendo que todas estão entre as 500 melhores do mundo, segundo ranking da consultoria britânica Quacquarelli Symonds. Duas universidades, a de Waikato e a Massey, integram também o ranking das 100 melhores instituições com menos de 50 anos de existência, divulgado neste ano pela Times Higher Education (THE).

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