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GRE ou GMAT: qual é mais aceito pelas escolas de MBA?

Por Priscila Bellini
26.09.2018

Precisa encarar um dos testes padronizados para um processo seletivo? É comum que instituições estrangeiras peçam o GRE ou GMAT para os candidatos a mestrado e MBA. Saiba qual deles se encaixa melhor no seu caso e em quais universidades são aceitos.


Na extensa lista de requisitos das universidades estrangeiras, os testes padronizados ocupam lugar privilegiado. Afinal, eles servem como régua comum para avaliar uma gama variada de estudante. Ou seja, são usados para medir as competências de estudantes de origens variadas sob o mesmo crivo. No caso da proficiência em um idioma, são comuns provas como TOEFL e IELTS. Já exames como GRE ou GMAT medem competências mais gerais de cada aluno.

A princípio, esses dois testes apresentam similaridades. Primeiro, pelo modelo de avaliação, cuja dificuldade varia de acordo com o desempenho do aluno. Em outras palavras, tanto a prova em si quanto a nota final obtida leva em conta o nível das perguntas.

Em contraste, o conteúdo das seções de GRE ou GMAT varia. Há, por exemplo, mais questões voltadas a vocabulário no GRE, enquanto que o GMAT foca em aspectos gramaticais. Em termos práticos, o GRE também permite que os estudantes “pulem” questões para realizá-las depois.

Mas qual deles é mais bem aceito em universidades de prestígio?

GRE ou GMAT: qual escolher

Para programas de MBA, o GMAT domina entre os aceites em instituições de prestígio. Ou seja, as escolas que figuram no topo do ranking costumam ter maioria de aprovados com notas pelo teste. Afinal, o exame se consolidou nessa área e tem sido a opção recorrente dos candidatos há anos.

A tendência identificada pela Consultoria MBA House diz respeito ao tipo de universidade que opta mais por um ou outro exame. Segundo dados da empresa, nas escolas mais bem ranqueadas, a dominância é do GMAT. Quanto mais baixa a colocação no ranking, entretanto, a porcentagem de alunos aceitos apresentando o GRE aumenta.

É o caso da Ross School of Business, da University of Michigan, que lidera com 19% de seus estudantes admitidos com o GRE. Outra instituição de prestígio, o MIT (Massachussetts Institute of Technology) aparece em seguida, com 18%. Já a Questrom School of Business, da Boston University, por sua vez, aceitou 29% dos candidatos que apresentaram nota do GRE neste ano.

E agora, qual fazer? 

A predominância do GMAT pode parecer absoluta, olhando dados iniciais. Entretanto, há um ponto importante a destacar: o número de alunos que usou o GRE como nota tem aumentado. Mais do que isso, escolas conhecidas como a Harvard Business School, estão passando essa informação em seus sites.

Como a HBS lançou a ideia, destacando que 12% dos admitidos tinha feito o teste, é provável que cada vez mais escolas sigam à risca. “Nós vimos este fenômeno ocorrer quando Harvard reduziu drasticamente o números de perguntas das cartas de recomendação. Logo outros programas de MBA fizeram o mesmo”, opina Vivianne Wright, da MBA House.

Os responsáveis pelas admissões (os “admissions officers“), por sua vez, reportam – em maioria, de 78% – que não têm preferência quanto a uma ou outra prova. Entretanto, 21% deles disseram que candidatos que submetem o teste GMAT apresentam vantagens, enquanto 1% associou tal vantagem ao GRE.

Por isso, é importante fazer uma avaliação própria sobre os critérios usados para seleção em seu programa de interesse. Mais do que isso, conhecer a fundo o modelo das duas provas e identificar se GRE ou GMAT fazem mais sentido para cada caso.

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