Um Projeto: Fundação Estudar
Ciência Espacial

Que a força esteja com você: como (e onde) estudar inovação em Ciência Espacial

Por Nathalia Bustamante
04.05.2017

Equipamentos de ponta e aulas práticas cobrem tudo o que é necessário para uma missão espacial. Bolsas para programa europeu estão com inscrições abertas.


Estudar Ciência Espacial parece mesmo coisa de filme. Nesse campo de estudo, não faltam matérias que remetam a um episódio de Jornada das Estrelas ou mesmo à saga de Guerra nas Estrelas, dois dos clássicos da ficção científica.

Um aluno que opta por essa formação pode encarar diversos campos de pesquisa em um mesmo projeto. Por exemplo, o planejamento de uma missão espacial, como detalha Andrew Coates, professor de Física no Departamento de Física Espacial e Climática, da University College London: “O planejamento de uma missão inclui ciência, o projeto todo da missão, os aspectos mecânicos e térmicos, assim como o processamento de informações a bordo”.

Cabem nesses departamentos de ciência espacial os estudos sobre os raios solares, análises sobre galáxias e até o desenvolvimento técnico de sondas para enviar ao espaço. No caso da UCL, por exemplo, as pesquisas podem tratar desde a captação de imagens de Marte até investigações sobre a formação de ventos solares.

Cabem nos departamentos de ciência espacial os estudos sobre raios solares, análises sobre galáxias e até o desenvolvimento técnico de sondas para enviar ao espaço.

E não são somente temas que se voltem para o “lado de lá”: o campo das Ciências Espaciais aprimora também tecnologias como a previsão de terremotos na Terra, usando aparelhos próprios. É a oportunidade de entender o Universo de maneira holística e conectar elementos das ciências exatas, das engenharias e da astronomia.

 

Conheça alguns dos programas disponíveis para quem deseja estudar ciência espacial, tanto na pesquisa teórica quanto em atividades práticas.

 

University College London

A instituição oferece o maior programa de Ciência Espacial do Reino Unido e surgiu em 1967, mas só se tornou um departamento independente em 1994. Entram na lista de missões recentes com participação da UCL a Hinode, criada pela NASA para estudar os campos magnéticos solares, e a ExoMars, desenvolvida pela Agência Espacial Europeia para investigar a superfície e a atmosfera de Marte, além de outros aspectos fundamentais do Planeta Vermelho.

Como o professor Andrew Coates explica, o objetivo do Master of Science em Ciência Espacial e Engenharia é oferecer ao estudante base para os estudos acadêmicos e para a experiência no mercado de trabalho. “Temos disponíveis todas as instalações necessárias para criar instrumentos, incluindo um escritório e uma oficina de projetos mecânicos, assim como um de eletrônica. Também oferecemos instalações para testes ambientais e de operações”, diz o professor. Como atividade prática, ele destaca o projeto em grupo de que os estudantes participam ao fim do programa, e que dura seis semanas.

 

Erasmus Mundus Space Master

O consórcio entre universidades faz parte do programa Erasmus Mundus e permite que os estudantes adaptem sua formação de acordo com seu interesse. No primeiro ano do programa, os estudantes devem participar de um tronco comum de matérias, ministradas na Julius-Maximilians-University Würzburg, na Alemanha, e depois, na Luleå University of Technology, na Suécia.

Já no segundo ano, o leque de opções aumenta, e os alunos podem escolher como universidades de destino a Universidade de Tóquio, no Japão, e a de Universidade de Toulouse 3, na França. No total, são sete instituições de ensino envolvidas. Durante o programa, os temas estudados vão da Ciência Espacial e Atmosférica até a Automação, Controle e Comunicação em Robótica Espacial.

Como a iniciativa faz parte do Erasmus Mundus, os interessados podem se candidatar às bolsas Erasmus+, de mil euros mensais e custos de viagem e instalação no país de destino.

 

Esta matéria faz parte do E-Book: As Melhores Universidades para Estudar Inovação no Exterior. Acesse gratuitamente o e-book aqui.

 

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