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Encerramento do Prep 2025: uma jornada do receio ao amor pelo processo de application

Por Felipe Barreto Távora, estudante do Prep Program 2025

Me chamo Felipe Barreto Távora, tive o prazer de participar da turma do Prep Program da Fundação Estudar em 2025 e fui colunista do Portal Estudar Fora. Graças à excelente preparação proporcionada pelo Prep Program, à rede de contatos da Fundação Estudar e da comunidade de brasileiros no exterior, além da formação que tive no Colégio Militar de Fortaleza e da vontade de alçar grandes voos, consegui ser aprovado em 7 universidades americanas:

Yale University
Columbia University
University of Florida
George Washington University
Purdue University
Union College
American University.

Duas dessas universidades estavam entre as minhas primeiras e favoritas opções, e duas delas pertencem à Ivy League. A Ivy League reúne algumas das melhores universidades do mundo, localizadas na Costa Leste dos Estados Unidos, entre as quais estão Yale, Harvard, Princeton, University of Pennsylvania, Columbia, Brown, Dartmouth e Cornell.

Depois que tudo passou, é interessante ver o filme que se passa na nossa cabeça, lembrando desde o primeiro momento em que tivemos contato com as atividades extracurriculares que viriam a ser consideradas para o nosso currículo, as primeiras provas que viriam a compor a nossa GPA (Grade Point Average, média das notas do 9º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio considerada pelas universidades americanas) e, claro, a primeira vez que ouvimos falar em “Application“, na possibilidade de estudar nas melhores universidades do mundo, e a primeira vez que ouvi sobre o Prep Program e sobre a Fundação Estudar.

Inicialmente, como aluno de Colégio Militar e tendo contato com pessoas que já haviam passado por esse processo, descobri muito cedo o que era a application, mas de início acreditei que não era para mim. Entrei na conversa de que “é melhor fazer uma pós-graduação no exterior”. Não que essa ideia seja ruim (até porque hoje quero sim fazer uma pós-graduação no exterior), mas naquela época eu achava que não daria tempo. Que mesmo tendo descoberto cedo, teria descoberto tarde demais para passar nas top schools, aquelas universidades que, para mim, valeriam a pena o investimento de 4 anos longe de tudo o que eu havia construído no Brasil. Além disso, não queria ser mais um contribuidor da fuga de cérebros: queria, já naquela época, seguir carreira principalmente na política e também nas relações internacionais, e preferia ficar no Brasil.

Entretanto, o clube que fundei em 2021 na escola, o então Clube de Iniciação Científica, passou por uma reforma e, em 2023, passou a se chamar Clube de Ciência, Tecnologia e Inovação, abrindo um Departamento sobre Application. Junto com amigos, fizemos uma palestra sobre application no colégio, e fui obrigado a me aprofundar mais no assunto. A cada dia que passava, a cada simulação da ONU, olimpíada, feira de ciência ou qualquer outra extracurricular que eu fazia, mais eu me apaixonava pela ideia de passar o Ensino Médio não dentro do meu quarto decorando fórmulas de física, mas fazendo aquilo pelo qual era e sou tão apaixonado, fazendo aquilo que sentia ter nascido para fazer.

Na I Yale Model United Nations Latin America, nasceu uma paixão desenfreada por Yale, que eu já havia experimentado em suas preliminares na 50ª YMUN, em janeiro do mesmo ano, 2024. Um amigo do próprio CMF me sugeriu que eu me inscrevesse no “Prep”, e eu me lembrava de um dos organizadores da YMUN Latin America que era de Colégio Militar e havia feito o Prep Program. Arrisquei e, no último dia, fiz minha inscrição (que depois foi adiada). A 2ª fase da entrevista chegou, e a realizei em meio a um intercâmbio na Europa que me convenceu, seguido de uma viagem promovida pelo Colégio Militar nos Estados Unidos, a estudar fora e a fazer o Prep.

Meu ano de application começa com a aprovação no Prep. Existia uma grande barreira, porém: meus pais. Três irmãos mais velhos, nenhum nunca quis isso, e na virada do 2º para o 3º ano do Ensino Médio eu apareço com essa “invenção”? Tive muito receio de qual seria a reação deles, até que o Prep reuniu os pais dos alunos selecionados para falar sobre o programa, e eles saíram convencidos, dizendo que era muito organizado. Bom, se o Prep convenceu meus pais, não serei eu que sairei sem convicção.

Depois de muito tempo fora, voltei ao Brasil e coloquei a mão na massa. “Se foi tarde demais ou não, o que importa é que chegamos a 2025 e, com o Prep me apoiando, tenho sim como conseguir”, pensava. Meus pais negociaram comigo que eu tentaria conciliar a preparação para o vestibular e a application, já que ainda se sentiam mais seguros com minha dedicação às universidades brasileiras. Fazia cursinho das 13h às 19h30, de segunda a sexta, com dois simulados por final de semana (um do colégio e outro do cursinho), apostilas enormes da FUVEST e do ENEM (já que o objetivo no Brasil era a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo), mais toda a carga da escola, com GPA perfeita, toda a preparação do Prep e as muitas atividades extracurriculares, além de várias outras coisas que me levariam horas para recordar.

Não foi difícil perceber que essa rotina seria inviável para qualquer ser humano. Isso inclusive me motivou a escrever a primeira coluna do Portal Estudar Fora, com o título: “É possível se preparar adequadamente para vestibulares brasileiros e para o processo de aplicação às mais competitivas universidades americanas de forma simultânea? Descubra dicas e relatos de estudantes”. Foi no Rio de Janeiro, no 30th Summit of the Americas da HACIA-Democracy, evento promovido por alunos brasileiros de Harvard, que tomei uma decisão definitiva. Lá senti algo que nunca havia sentido na vida e voltei para Fortaleza absolutamente certo de que precisaria priorizar a application, e saí do cursinho em que investia tanto tempo.

Estrategicamente, acredito que essa foi a melhor decisão possível. Já havia desenvolvido uma base muito sólida ao longo do Ensino Médio, principalmente em 2024, e o cursinho não traria melhoras substanciais ao meu desempenho no ENEM e na FUVEST, provas para as quais eu poderia continuar me preparando com menos intensidade e até com mais eficiência em casa, aliado à manutenção das notas altas no colégio. Isso foi decisivo para que eu atingisse o score de 1540 no SAT (Scholastic Aptitude Test) antes de aplicar no primeiro período, o Early.

Claro que a imagem de ver todos os amigos e colegas irem ao cursinho enquanto eu voltava para casa para me dedicar à application gerava ansiedade, especialmente diante da incerteza. Entretanto, tomar uma decisão e bancá-la é a melhor coisa que se pode fazer nesses momentos: apesar de envolver mais risco, é a escolha que mais maximiza as chances. Além disso, ter uma comunidade como a do Prep, com pessoas vivendo as mesmas ansiedades e situações, ajuda substancialmente. A Fundação Estudar esteve cada vez mais presente em 2025, com oportunidades como a de ser colunista do Portal Estudar Fora, o próprio Prep Program e o momento em que fui Embaixador do programa, divulgando-o por escolas e eventos, até chegar ao Encontro Anual de 2025, onde apresentei pesquisas que desenvolvi, almocei com investidores e reencontrei muitos amigos e inspirações na rede da Fundação.

O meu ano de application, como o da grande maioria dos aplicantes, foi dividido entre um primeiro semestre mais focado em atividades extracurriculares (tanto as que já existiam e precisavam de ainda mais impacto, quanto novas atividades a serem desenvolvidas), os primeiros passos na definição da lista de universidades, a pesquisa aprofundada de suas oportunidades e o desenvolvimento do chamado Personal Statement, a redação que trata de um elemento pessoal da vida do aplicante. O segundo semestre, por sua vez, foi marcado por uma intensidade maior na construção da narrativa do aluno, e é muito importante tomar cuidado a partir de agosto: é essencial começar a aliviar as atividades extracurriculares na metade do ano para que o segundo semestre seja dedicado a preencher o Common Application, a plataforma onde a aplicação é enviada, da melhor maneira possível.

É claro que as atividades continuarão, e pessoas em posições de liderança, como presidentes de clube estudantil, precisarão estar presentes e ativas. Mas é justamente nesse momento que é importante reduzir essa dedicação, pois ela não fará tanta diferença adicional na application. Sinto que eu poderia ter diminuído mais. Consegui preencher tudo da melhor maneira possível a tempo, mas acredito que, se tivesse reduzido um pouco mais as atividades extracurriculares no segundo semestre, talvez pudesse ter começado um pouco antes os supplemental essays, as redações específicas para a universidade em que apliquei em Restrictive Early Action, que foi Harvard. Talvez essas redações estivessem um pouco mais trabalhadas, mas, sinceramente, não acredito que isso foi decisivo nos meus resultados. Ainda assim, aconselho essa abordagem aos futuros aplicantes, porque cada caso é um caso.

Algo que considero um diferencial na minha aplicação é definitivamente o elemento mais difícil de se “dar dica”: o Personal Statement. Uma estudante de Harvard que fez o Prep em 2023 e hoje é Líder Estudar, a Helena Fernandes, uma vez me disse que “todos os caminhos da sua application devem levar ao Personal Statement”, e concordo muito com essa observação. O tema do Personal Statement não deve se alinhar apenas com as suas atividades, mas com sua essência, com quem você é, revelando algo muitas vezes simples diante de tantas conquistas, mas de valor absolutamente inestimável. Acredito que consegui trabalhar isso muito bem, também graças à grande ajuda da equipe do Prep Program.

Sinto que não dei a devida atenção a um aspecto estratégico importante da aplicação: o estilo específico de escrita das redações é muito particular, e quanto mais Supplemental Essays alguém escreve, melhores eles ficam, em menos tempo, de maneira mais eficiente, com menos versões e com maior probabilidade de aceitação. O mesmo vale para as entrevistas universitárias: quanto mais entrevistas se faz, melhor o desempenho. Isso é especialmente relevante na escolha da universidade para a qual o aluno se candidatará primeiro, no período que chamamos de “Early“.

Quando se tem um bom score no SAT e uma aplicação sólida, normalmente o aluno escolhe a universidade que mais deseja frequentar, e esse era o meu caso. Entretanto, a primeira entrevista e os primeiros Supplemental Essays a serem escritos serão justamente os dessa universidade, fazendo com que, invariavelmente, as entrevistas e redações das universidades seguintes tenham mais condições de serem melhores. Talvez minhas chances tivessem aumentado se eu tivesse invertido a ordem dos fatores. Vale lembrar que é também no período Early que critérios não meritocráticos têm maior peso, como diversidade de origem, pertencimento a minorias e a condição de Legacy Student, alunos cujos parentes se formaram em determinada universidade e que, em algumas delas, têm proporcionalmente uma chance consideravelmente maior de serem aprovados por esse motivo. Tudo isso deve ser considerado na escolha da Early.

Antes de enviar a Early, tive um outubro bastante intenso preenchendo os documentos financeiros do CSS Profile, formulário utilizado para o cálculo da ajuda financeira que a universidade ofereceria em caso de aprovação. Paralelamente, quando voltava de um congresso internacional em Teresina, minha avó teve um AVC e, após semanas hospitalizada, veio a óbito no dia 19 de outubro, a menos de duas semanas do prazo de envio da aplicação a Harvard e a menos de um mês do ENEM. Foi um período especialmente difícil, tendo de lidar com o luto, a reta final do ENEM, da FUVEST e da application, e saber que justamente na proximidade da minha formatura, não teria minha avó fisicamente presente. Mais uma vez, porém, vi o poder da comunidade do Prep em me ajudar a superar esse momento e a honrar minha avó em cada passo a partir dali.

O sonho que eu almejava não veio tão cedo, e não exatamente da maneira com que eu imaginava: após aplicar em Early para Harvard, fui Deferred (minha aplicação foi adiada para decisão em 26 de março de 2026, ao invés de 18 de dezembro de 2025). Começou então uma maratona, não só de envio da aplicação para as demais 14 universidades, mas também de preparação para adicionar materiais que revertessem o Deferral em uma resposta positiva em março. Ingressei no Alpha Scholars, programa de pesquisa desenvolvido em parceria com o Harvard International Relations Council, e após uma carga horária muito grande, conquistei a Gold Medal do Harvard International Review Academic Writing Contest, publicando um artigo acadêmico em um periódico da Harvard International Review e ficando no top 3% mundial com um texto sobre os Acordos de Oslo entre Israel e Palestina. Além disso, obtive uma carta de recomendação adicional sobre esse período com o coordenador do programa e escrevi a minha carta de interesse contínuo em Harvard, a LOCI (Letter of Continued Interest).

Paralelamente, desenvolvi outros projetos a serem incluídos na LOCI, como a aprovação no LALA (Latin American Leadership Academy), a participação no programa Diálogos da Brazil Conference, onde apresentei um trabalho sobre cartografia e racismo ambiental na cidade de Fortaleza, e a preparação para a apresentação de um projeto em equipe sobre Propriedade Intelectual entre jovens, que foi finalista da 24ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace). Simultaneamente, me preparei intensamente para as entrevistas das demais universidades em que havia sido selecionado, como Princeton, Stanford e Yale, além de produzir o vídeo que Brown solicita aos candidatos.

Nesse período, o descanso também foi bem-vindo: viajei com minha família por algumas semanas, assisti a muitos filmes que estavam acumulados (não consegui manter o hábito de um filme por semana, como costumava fazer em 2025), avancei na maioria do processo da CNH, saí com amigos e desenvolvi novos hobbies, como pilotar kart. Retomei também a tradição de almoçar toda quinta com a minha família, de visitar rotineiramente meus avós, além de comemorar o casamento civil de uma prima e fazer muita pizza. Por fim, cuidei da minha saúde, frequentando a academia regularmente após um ano sedentário, e resolvi outras pendências.

Apesar de ter focado na application, vi o valor de não ter negligenciado a preparação para os vestibulares nacionais: fui aprovado na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da USP via FUVEST e ENEM-USP, e minha nota no ENEM foi suficiente para todos os cursos de direito no SISU. Com nada garantido nos EUA, decidi cursar o primeiro semestre na “Velha e Sempre Nova Academia” e fui a São Paulo no dia 19 de fevereiro.

A cada dia que passei no Largo de São Francisco e em São Paulo, onde meus irmãos já moravam, sentia que havia feito a escolha certa, que estava no melhor lugar possível dentro do Brasil para quem se interessa por política e que, independente do resultado das universidades que ainda estavam por vir em 26 de março, estaria em bom lugar. A ansiedade existia, claro, mas foi atenuada pela vida ativa na USP e na Faculdade de Direito, que teve uma calorosa Semana de Recepção dos Calouros e me inseriu em extensões universitárias muito interessantes, como o Nexo Governamental XI de Agosto, o Grupo de Estudo de Política em Pauta (EPEP-USP) e a Electus (que conectam jovens com os Três Poderes, oferecem formações e se aprofundam em Direito Eleitoral, em consonância com meu interesse em política), o Laboratório Diplomático da USP (Lad-USP), alinhado à minha aspiração à diplomacia, além da USP Debate, da Arte Retórica e da Academia de Letras da FDUSP (onde aperfeiçoei técnicas de debate competitivo e estudei a história da quase bicentenária Faculdade de Direito, respectivamente).

Em São Paulo, tenho aproveitado momentos de lazer explorando a maior cidade da América Latina e mantendo conexões presenciais com a Fundação Estudar, como na visita aos escritórios da Fundação no dia 5 de maio, na grande comemoração de 15 anos do Prep Program na Casa Fasano no dia seguinte, e no evento promovido em parceria com a Mubadala Capital sobre Private Equities, além de todo o processo de seleção em diversas bolsas disputadas por brasileiros, como o Programa de Bolsas Líderes Estudar.

O dia 26 de março chegou e, apesar de o Deferral de Harvard não ter se transformado em aprovação, logrei êxito nas universidades que citei, conquistando o direito de realizar um sonho: comemorar essa conquista no Restaurante Famiglia Mancini! Após participar dos eventos de alunos admitidos de Columbia e Yale, decidi continuar meus estudos em Yale, decisão relativamente difícil, dada a enorme oportunidade que seria ingressar em qualquer uma das duas. Recebi muitas demonstrações de carinho pelo reconhecimento dessa aprovação, vindas da Fundação Estudar e até de cursinhos que frequentei na infância para entrar no Colégio Militar. Fiquei muito feliz ao saber que havia uma proposta de redação para alunos relacionada à minha aprovação, e genuinamente espero que Fortaleza continue sendo um grande celeiro de futuros alunos de grandes universidades.

Já com o visto americano aprovado, me preparo para concluir o semestre na Faculdade de Direito e me preparo para Yale: pratico os idiomas em que sou fluente para os chamados Placement Exams, realizados antes do início das aulas, e me inscrevi no Directed Studies, o programa de calouro mais intensivo da Ivy League, em que os alunos leem clássicos da literatura ocidental e debatem e escrevem sobre eles ao longo de um ano, um dos grandes diferenciais de Yale pelos quais me apaixonei desde a aplicação. Em Yale, pretendo cursar uma dupla graduação em Ética, Política e Economia e em Relações Internacionais, e já estou de olho nas muitas oportunidades maravilhosas que estão por vir.

Durante esses meses, reservei tempo também para a família, livros, filmes, séries e, claro, para acompanhar a política brasileira e internacional, participar de eventos políticos e desenvolver novos projetos, como o de levar uma extensão universitária brasileira (Nexo Governamental XI de Agosto) para o cenário estudantil internacional, promovendo a ligação da juventude com os poderes multilaterais. Além disso, em parceria com a Secretaria de Educação do Estado do Ceará, desenvolvo com uma equipe de estudantes o Projeto Ceará MUN, que visa levar simulações da ONU para escolas estaduais do Ceará, com a intenção de expandir para a rede pública do país inteiro a longo prazo. Para me manter ativo, continuo contribuindo com minha escola na organização de uma simulação da ONU totalmente em inglês em junho, a III Eudoro MUN, e participo de campeonatos de debate competitivo como o Campeonato Brasileiro de Debates, além de iniciativas com escolas públicas como a SanFranMUN, a Yale Model United Nations Brasil (que ocorrerá em agosto, em Brasília), a participação no programa de Embaixadores da Politize! e o retorno do Parlamento Jovem Brasileiro (PJB).

Por fim, me preparo para ir a Brasília em julho para uma excursão promovida pelo Nexo Governamental, onde conheceremos lideranças dos Três Poderes, e já estou atento às maneiras de me destacar no college e de concorrer a bolsas de mestrado com as quais sonho, como a Rhodes Scholarship. Tenho certeza de que a maioria dessas oportunidades jamais seria possível sem aquele risco inicial de querer saber mais sobre application por causa de uma palestra na escola. E foi a Fundação Estudar que me mostrou que passar quatro anos nos EUA não significa fuga de cérebros, mas um grande diferencial para impactar ainda mais o Brasil no futuro. Hoje, amo o processo que vivi e a possibilidade de cultivar um sonho grande.

Obrigado por tudo, Prep Program e Fundação Estudar!




A coluna acima foi escrita por Felipe Barreto Távora, participante do Prep Program, preparatório da Fundação Estudar com foco em jovens que desejam cursar a graduação no exterior. Totalmente gratuito, o programa oferece orientação especializada sobre o processo de candidatura em universidades de fora do país. Saiba mais e faça sua inscrição aqui.

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