Um Projeto: Fundação Estudar
Algumas universidades dos EUA e Reino Unido oferecem programas do tipo "Foundation", de preparação

Saiba tudo sobre os programas “Foundation”

Por Marcela Marcos
05.10.2018

Ideais quem quer estudar fora e ainda não tem as qualificações necessárias para isso, esses cursos têm outras vantagens. Saiba quais são!


Você quer estudar no exterior e já até sabe que tipo de curso quer fazer, em qual área, onde, etc… mas ainda não preenche os requisitos necessários – tais como proficiência no idioma requerido e histórico escolar exemplar? Se esse é seu caso, aplicar para um Internation Foundation Programme (IFP) pode ser a solução. Em inglês, o termo “foundation” significa “base”, e é exatamente essa a ideia: proporcionar o alicerce do estudante, antes de ingressar propriamente na universidade de interesse. Populares no Reino Unido e nos EUA, esse tipo de curso (também chamado de foundation course) é preparatório e dura cerca de um ano, objetivando o aperfeiçoamento na língua inglesa antes da admissão oficial na graduação.

Durante esse tipo de programa, você terá uma vivência universitária completa, podendo aprimorar não apenas o nível de conhecimento no idioma da graduação que pretende fazer, como também estar imerso na cultura da universidade em questão – isso porque geralmente os IFP são ofertados pelas próprias instituições. Geralmente eles têm início em setembro, para dar tempo de iniciar o bacharelado em outubro do ano seguinte. Algumas universidades oferecem um programa mais genérico e, se as notas ao final dele forem boas, é possível escolher um programa de bacharelado automaticamente, enquanto outras oferecem foundation courses mais específicos, como em Negócios, Direito ou Engenharia.

Para quem é indicado?

Os IFP se destinam a estudantes que tenham recentemente concluído o ensino médio e sejam capazes de falar inglês. Geralmente são pensados para estudantes de diferentes nacionalidades e atrai especialmente aqueles cuja base curricular de origem, na escol em que estudaram, é diferente do modelo estrangeiro. Em alguns colégios britânicos, por exemplo, existe o sixth form, como é chamado o período de preparação para a universidade, que já é “emendado” aos últimos anos do ensino médio.

Outros exemplos mais práticos de quem pode se beneficiar com IFP, são estudantes que têm ótimas notas em Ciências e Matemática, mas precisam de resultados melhores em Inglês. Ou querem fazer carreira em Engenharia, mas precisam melhorar o desempenho em Matemática para isso.

E quais os benefícios?

O benefício imediato é ser reconhecido como membro pleno da universidade, sem se preocupar se sua bagagem anterior atende aos requisitos da instituição (afinal, é ideia é te deixar apto). Para além das competências mais práticas, de aperfeiçoamento do histórico escolar, a possibilidade de fazer uma imersão na cultura da universidade e conviver com estudantes de vários países diferentes também pode ser muito enriquecedora.

 

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